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A mostrar mensagens de Maio, 2013

Ocupação da marina do Parque das Nações ronda 80% da capacidade

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Quatro anos depois de ter sido reaberta, a Marina do Parque das Nações, em Lisboa, está agora em pleno funcionamento e com uma ocupação de 80% da sua capacidade, disse à Lusa fonte da Parque Expo. Construída por ocasião da Expo'98, a marina teve de fechar em 2002, depois de minúsculas partículas argilosas em suspensão, transportadas pelas correntes, a terem transformado num lamaçal do tamanho de 15 campos de futebol. A sociedade Parque Expo, criada para gerir a zona do Parque das Nações e cuja extinção foi já anunciada, decidiu reabilitá-la e, numa primeira fase, foi recuperada toda a parte sul da marina, reaberta a 15 de Agosto de 2009. "Foi um grande investimento que se fez. Tivemos de voltar a reconstruir outra vez a marina. Melhor fosse a actividade económica do país e arrancávamos para a segunda fase, que é a recuperação da parte norte", disse fonte da Parque Expo. Segundo a mesma fonte, a parte sul está toda reabilitada, o edifício Nau (que estava inactivo) está a ser …

Alforreca pode integrar dieta alimentar e inverte o envelhecimento

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O consumo alimentar de medusas, comummente designadas como alforrecas, é a nova sugestão da agência das Nações Unidas para a Alimentação para enriquecer a dieta humana, até porque algumas variedades deste ser marinho têm propriedades que invertem o processo de envelhecimento.
De acordo com um documento da FAO (Food and Agriculture Organization) divulgado nesta quinta-feira, em Roma, a melhor forma de combater a proliferação destes seres marinhos, cujo aumento populacional está a ser determinado pela pesca excessiva de peixes predadores – sobretudo no Mediterrâneo e no Mar Negro -, é comê-los, como já se faz na China.

A recomendação de inclusão das medusas na dieta alimentar surge poucos dias depois da sugestão, pela mesma entidade, da inclusão de insectos na dieta para ajudar a combater a fome no mundo.
Um «oceano de medusas» está a caminho de suplantar um «oceano de peixes», adverte o relatório da FAO analisando o impacto [negativo] das cada vez mais frequentes marés de alforrecas nos e…

Porto de Leixões alarga o seu campo de acção até Salamanca

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As obras até já arrancaram mas só esta sexta-feira foi oficialmente lançada a primeira pedra da Plataforma Logística de Leixões, uma infraestrutura de apoio às cadeias logísticas que usam o porto. O equipamento terá dois pólos em 70 hectares e deverá entrar em funcionamento em 2014. O pretexto para a cerimónia foi a assinatura de um contrato-promessa entre a Administração dos Portos de Douro e Leixões (APDL) e a Zaldesa - Plataforma Logística de Salamanca. O acordo prevê a instalação dos espanhóis em 4500 m2 do pólo 2 da Plataforma e a entrada da APDL no capital accionista da Zaldesa, alargando a sua área de acção e tornando-se no primeiro porto estrangeiro a ser accionista de uma plataforma logística do interior espanhol. "Ambas as partes saem fortemente beneficiadas", considerou Fernando Rodriguez, presidente da Zaldesa.
Fonte: JN

Há um campeonato de surf para cães na Ericeira

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Valor angariado com as inscrições no 1.º Campeonato Nacional de Surf para Cães, na Ericeira, reverte a favor de uma associação de protecção de animais.
Que ninguém se iluda: os cães não sabem surfar, pelo menos não como os humanos. Não há nenhum Garrett McNamara no mundo canino, mas há cães que gostam mais de água e pranchas de surf do que outros. Para esses, decorre no sábado o 1.º Campeonato Nacional de Surf para Cães, na praia do Matadouro, na Ericeira.
A iniciativa é inédita em Portugal mas nos Estados Unidos, por exemplo, atrai milhares de pessoas. Tudo por uma boa causa, explica Ana Valente, proprietária da Trendypaws, uma empresa de coleiras com localizador que organiza a iniciativa. “O valor das inscrições reverte totalmente a favor de uma associação de protecção de animais, escolhida pelo júri e sorteada no final da prova”, afirma.
O objectivo solidário do evento é mais um pretexto para um dia bem passado à beira-mar. O “cãopeonato” começa ao início da tarde, às 14h, mas antes h…

Tiago Pitta e Cunha: “O mar tem que ser sinónimo de futuro”

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Portugal esteve 40 anos sem ver o valor do mar, "e é necessário desmistificar o mar como sinónimo de passado e sim do futuro”, explicou Tiago Pitta Cunha, ao apresentar os resultados de um estudo elaborado com a Cotec, “Blue Growth for Portugla”, hoje no Fórum do Mar, que tem lugar na Exponor até amanhã. Para o consultor do Presidente da República para os assuntos da Ciência, Ambiente e do Mar, é fundamental olhar “para a economia real, para hoje e não para o futuro”, para isso o país “tem que apostar no transporte marítimo, na construção e manufactura do transporte marítimo e em mais matéria prima, pescado, onde a aquacultura tem um papel fundamental” e também “perceber onde devem ser aplicados os apoios”. Para além disso, apostar na “clusterização ao longo das cadeias de valor, é preciso que as empresas se unam, porque o segredo já não é a alma do negócio”. No que diz respeito ao transporte marítimo, Tiago Pitta e Cunha refere que "na nossa economia real é um setor estigmatiz…

Países europeus chegam a acordo para limitar excesso de pesca

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França e Espanha lideraram decisão para reduzir 'descartes'. Nome designa a prática de jogar ao mar o pescado de menor valor comercial.
Os países da União Europeia (UE) e o Parlamento Europeu (PE) alcançaram um acordo na madrugada desta quinta-feira (30) sobre os principais pontos da reforma da Política Pesqueira Comum (PPC) e para evitar a sobrepesca a partir de 2014. Após meses de difíceis negociações, a Comissão Europeia (CE), o Conselho Europeu (CE) e a Eurocâmara alcançaram um compromisso para limitar de maneira progressiva de 7% a 5% os descartes, como se denomina a prática de devolver ao mar a pesca de escasso valor comercial. O Parlamento, que buscava uma proibição total desta prática, finalmente aceitou a proposta dos países membros da UE. Vários países europeus, liderados por França e Espanha, aceitaram reduzir de 7% para 5% os descartes, para, desta maneira, garantir um acordo na Eurocâmara. "Estou muito satisfeito por termos acordado uma política que é realista, p…

Manuel Pinto de Abreu. "Exportamos mais peixe que vinho"

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Vêm aí 4 mil milhões de euros da União Europeia só para investir no Atlântico. Portugal poderá ficar com uma boa fatia do total Manuel Pinto de Abreu tem a seu cargo a maior zona económica exclusiva da Europa e, em breve, os direitos de exploração e gestão exclusiva de outro tanto, num total de quase 400 milhões de hectares, o equivalente à superfície da Índia. Oficial da Marinha na reserva, licenciado em Ciências Militares Navais e Oceanologia, acredita que tanto mar pode fazer muito por Portugal e só lamenta que as coisas não andem à velocidade que gostaria. Mas sabe que, para se mover nestas águas, é preciso ter muita calma. O sector das pescas vale agora cerca de 1,3 mil milhões, mas tudo o resto pode valer muito mais.

O primeiro-ministro pediu aos ministérios mais contenção para compensar as medidas chumbadas pelo Tribunal Constitucional. A Secretaria de Estado do Mar foi muito afectada pelos cortes?
Não tivemos de fazer grandes alterações naquilo que era a nossa lista de prioridade…

Aumento das alforrecas causa diminuição de peixes no Mediterrâneo e no Mar Negro.

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O aumento acentuado das populações dealforrecas, devido à sobrepesca, pode ser uma das razões para a redução das populações de peixes observada nos mares Mediterrâneo e Negro, segundo um relatório da FAO hoje divulgado. De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a  Agricultura, a sobrepesca, que elimina os principais predadores das alforrecas,  é um dos fatores responsáveis pela proliferação destes animais, ou pelo  aumento repentino do seu número.   Pode seguir-se um "ciclo vicioso", no qual um grande número de alforrecas  se alimenta de larvas de peixe e de juvenis, "reduzindo ainda mais a resiliência  das populações de peixe, já afetadas pela sobrepesca", segundo o relatório  da Comissão Geral das Pescas do Mediterrâneo da FAO.   A alforreca "pode ser a gota de água que fez transbordar o copo", referiu  o relatório, intitulado "Estudo da Proliferação de Alforrecas no Mar Mediterrâneo  e no Mar Negro".  Os efeitos graves qu…

Nova política de pescas da UE pode pôr portugueses a comer peixes diferentes

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Peixes sem interesse comercial eram devolvidos ao mar, mas isso vai mudar, apesar das críticas do sector pesqueiro. A nova política comum de pescas da União Europeia pode vir a tornar mais comuns peixes pouco usuais no prato dos portugueses. Esta pode ser uma consequência da futura proibição da rejeição no mar de capturas acessórias de pescado, um dos pontos emblemáticos da reforma da política comum, mas também um dos mais criticados pelos pescadores em Portugal. Tanto os Governos dos Estados-membros como o Parlamento Europeu - que ainda ontem à noite estavam envolvidos em negociações decisivas - estão de acordo quanto a banir a prática de descarregar no mar o peixe que é apanhado nas redes, mas que não interessa aos pescadores. Segundo Bruxelas, as rejeições representam 23% do total de capturas na Europa. Em 2005, a ONU falava em 8% a nível mundial. Se a proibição for adiante, os peixes apanhados a mais terão de ser mantidos a bordo e trazidos para terra - embora possa haver excepções (…

Baptismo de mergulho para promover turismo subaquático no Algarve

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O secretário de Estado do Turismo trocou o casaco e gravata pelo fato de mergulho e deixou-se afundar nas águas, não muito quentes, junto à Ponta João d’Arens, na costa de Portimão. 

Adolfo Mesquita Nunes teve o seu baptismo de mergulho, seguido pelos olhares atentos dos jornalistas e do presidente do Turismo do Algarve.

Foi uma forma de dar visibilidade ao turismo de mergulho, um nicho de mercado que tem todas as potencialidades para crescer, no Algarve. 

Mas o pretexto da visita de Adolfo Mesquita Nunes é o projeto Ocean Revival, um parque subaquático que resulta do afundamento de antigos navios de guerra da Marinha Portuguesa a cerca de duas milhas da costa de Alvor. 

Fotos: Elisabete Rodrigues/Sul Informação

Crescer para lá da sazonalidade do sol e mar

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"O Algarve tem problemas de sazonalidade, depende muito de sol e mar". O diagnóstico saiu da voz do secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, no debate DN Mar, sobre turismo, realizado esta quarta-feira, em Lagos. Além do governante, participaram no debate Desidério Silva, presidente do Turismo do Algarve, Júlio Barroso, presidente da Câmara Municipal de Lagos, Vítor Neto, presidente da Associação de Empresários da Região do Algarve, e Dália Paulo, directora regional de cultura da região. E todos concordaram no diagnóstico e na solução: uma nova política de promoção, apostando além do verão e do turismo de sol e mar, e mais interligações entre parceiros. "Importa criar sinergias entre os vários agentes que podem lançar um produto de oferta global", frisou Mesquita Nunes, coadjuvado por Desidério Silva, que assegurou que "o Algarve tem uma capacidade fantástica de se renovar" e conseguirá diversificar a oferta turística graças aos "produto…

Dia do Pescador em Faro

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Assinala-se na próxima sexta-feira, dia 31 de maio, o Dia Nacional do Pescador, efeméride instituída em 1997 com o objectivo de sensibilizar para a importância das actividades piscatórias para o nosso país. Faro começou a festejar a data em 2010 e este ano as comemorações terão lugar no dia 1 de Junho (sábado) na Praia de Faro.
As actividades que se realizam em Faro são meramente simbólicas e constam de um almoço convívio entre as comunidades piscatórias da ilha de Faro e do núcleo da Culatra que se vai realizar no polidesportivo da Escola do 1.º ciclo da ilha de Faro. Na ocasião serão também homenageados dois pescadores:  José Salvador dos Santos do núcleo da Culatra e Vergílio Félix, a título póstumo, e que pertencia ao núcleo de pescadores da Praia de Faro. Para a autarquia assinalar esta data é de elementar justiça num concelho que tem uma base económico-social relevantíssima neste domínio e conhecendo-se as duras condições de trabalho dos pescadores, o envelhecimento dos profission…

Candidaturas ao programa PROMAR até dia 31 de Maio

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Terminam na próxima sexta-feira, dia 31 de Maio, as candidaturas ao programa PROMAR – Eixo 4 – Desenvolvimento Sustentável das Zonas de Pesca.O PROMAR apoia investimentos para o desenvolvimento sustentável das zonas de pesca e melhoria da qualidade de vida das comunidades piscatórias, através de ações que visem o reforço da competitividade das zonas de pesca e valorização dos produtos, a diversificação e reestruturação das actividades económicas e sociais e promoção e valorização da qualidade do ambiente costeiro e das comunidades. A dinamização do programa surge no âmbito da constituição do Grupo de Ação Costeira Além Tejo – GAC Além Tejo, sendo a área de intervenção as freguesias do Litoral Alentejano e da Península de Setúbal. Os promotores interessados e com intenções de investimento deverão contactar a ADL, através do telefone 269827233 ou a sua delegação em Santiago do Cacém.

Fonte: ANOPCERCO

Divulgação: SinesCat 2013

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Está a chegar uma das regatas mais aguardadas do ano!!! Marquem já no vosso calendário o fim de semana prolongado do 10 de Junho, para uns dias fantásticos de Vela em Sines!

O mar é vital para o crescimento - Rui Neto

Essencial para o desenvolvimento e sobrevivência do País, Rui Neto afirma que o mar "é vital" e não pode ser apenas "uma memória dos Descobrimentos". A localização geográfica e "as praias mais bonitas do mundo" são algumas das vantagens apontadas pelo actor que, sublinha, não têm sido devidamente aproveitadas e aponta sugestões: em pequenos cartazes que o actor edifica, pode ler-se "reforcem a nossa frota", "viagens mais baratas", "façam um filme de Os Lusíadas", "mais rotas turísticas", entre outras. Rui Neto deixa ainda um incentivo à ação, ao investimento. "Façam alguma coisa, mas façam."
Fonte: DN

Economia do Mar quer ser 4% do PIB. “Uma meta ambiciosa”

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Há que melhorar o que já existe e lançar mãos às actividades emergentes, afirma à Renascença o director-executivo da Oceano XXI. Hoje, começa na Exponor o Fórum do Mar.
A economia do mar quer ser 4% do PIB português em 2020. A meta está inscrita na estratégia nacional para o sector e, apesar de difícil, não desanima. 

“É uma meta que tem alguma ambição”, admite director-executivo da Oceano XXI, Rui Fernandes. 

“A Estratégia Nacional para o Mar, que é um documento recentemente publicado pela Direcção-Geral de Política do Mar, avança que a economia do mar representa cerca de 2,5% do PIB da economia nacional, com cerca de 100/110 mil empregos, em termos de actividades directas. O que é assumido como meta no âmbito da Estratégia Nacional para o Mar é passar para 4% do PIB até 2020”, refere o responsável da co-organizadora do Fórum do Mar, que começa esta quarta-feira na Exponor. 

A indústria conserveira, a da reparação naval e os portos são sectores em expansão, mas que precisam de modernizaç…