O projecto GelAvista, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), voltou a chamar a atenção para a existência de caravelas-portuguesas nos últimos dias em praias dos Açores, Algarve, Setúbal e Lisboa. Estes organismos são conhecidos pelas suas cores atraentes, mas é preciso ter cuidado com a proximidade: as picadas são perigosas. A Physalia Physalis (nome científico) é composta por quatro pólipos e por isso uma picada é extremamente dolorosa. Os sintomas podem incluir dor, uma sensação de queimadura, irritação e inchaço. Uma picada de uma caravela-portuguesa pode ainda causar falta de ar, palpitações, cãibras, náuseas, vómitos, febre, desmaios, problemas respiratórios e cardíacos. Para atenuar os efeitos é aconselhado lavar a picada com soro fisiológico, aplicar vinagre ou bandas quentes com água para avaliar a dor. Foto: João Brum
Em 1992, um contentor com 28,000 patos de borracha perdeu-se no mar quando caiu, quando o navio fazia o percurso de Hong Kong para os Estados Unidos. Ninguém poderia adivinhar que esses brinquedos continuariam a flutuar nos oceanos passados mais de 20 anos. Hoje, essa "frota" de patos de borracha continuam a revolucionar o nosso entendimento das correntes do oceano, bem como ensinando uma ou duas coisas sobre a poluição do plástico neste processo. Desde de aquele dia em 1992, quando foram abandonados sem cerimónia no mar, que os patos amarelos tem dado a volta ao mundo. Alguns deles apareceram nas costas do Havai, Alaska, América do Sul, Australia ou no Nordeste do Pacifico; outros foram encontrados congelados no gelo do Ártico . E outros ainda arranjaram maneira de chegaram a Escócia e Terra Nova no Atlântico. Os patos carismáticos até foram baptizados com um nome: "Os amigos flutuantes", pelos seguidores devotos que tem seguido o seu caminho ao longo de todos estes…
Se peixes e queimaduras não assustam quando vai à praia, talvez isso o faça: segundo pesquisa preliminar divulgada nesta semana, leva apenas 10 minutos a nadar no oceano para ter a sua pele coberta com uma nova camada de bactérias. Embora isso não seja necessariamente negativo, algumas dessas bactérias podem causar doenças ou aumentar o risco de infecção ao afectar o delicado ambiente microbiano da pele, conhecido como microbioma.
Para o seu estudo peculiar, investigadores da Universidade da Califórnia em Irvine foram à praia e recrutaram um grupo selectivo de banhistas. Eram pessoas que nadavam no oceano com pouca frequência e que não usavam protector solar no momento. Eles também não tiveram que tomar banho nas últimas 12 horas e não tomaram antibióticos nos últimos seis meses. Antes de nadar, os nove voluntários tiveram uma pequena amostra de pele removida da parte de trás dos gemeos com uma espécie de esfregão, e depois nadaram por 10 minutos. Depois quando voltaram e se secaram …
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