A ideia da Reederei NSB (armador alemão com uma frota de 65 porta-contentores) remonta a 2013. A primeira operação de alargamento do navio foi agora concretizada, em quatro meses, nos estaleiros chineses da Huaran Dadong.
As próximas transformações deverão demorar menos tempo. À espera estão o Buxhai e o MSC Carouge. Mas os dirigentes do armador germânico sustentam que o mercado potencial é enorme.
O alargamento dos navios, dizem, pode aumentar a sua capacidade de transporte em 20% ao mesmo tempo que mantém os custos operacionais e permite igualar a eficiência energética (medida pelo índice EEDI da IMO) das construções novas.
Serão elegíveis para a operação todos os porta-contentores Panamax posteriores a 2005. Dependendo do navio, o alargamento permitirá acrescentar duas ou quatro filas de contentores a bordo. Ainda com ganhos de estabilidade.
Em favor desta opção, a Reederei NSB sustenta que alargar os navios da frota, ou mesmo comprar navios usados e alarga-los é mais barato que encomendar novos.
Fonte: T e N
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