sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Golfinho raro morto pelos turistas ansiosos por uma selfie

Um golfinho de uma espécie em vias de extinção morreu por os turistas terem insistido em tirar fotografias com ele, mantendo-o demasiado tempo fora de água. Tudo aconteceu na Argentina.

Uma golfinho bebé foi morta a semana passada numa praia argentina, depois de uma multidão de banhistas ter passado o animal de mão em mão para tirar fotografias. A golfinho franciscano (a espécie) terá sido tirada da água para esse propósito e não suportou o calor do sol e a falta de água, explica o The Dodo
Foi isto que explicou um ambientalista da Fundação Vida Silvestre: como os golfinhos têm uma pele muito espessa e revestida por uma grande camada de gordura que os aquece, eles não conseguem permanecer muito tempo fora de água. “Se ficarem muito tempo longe da água entram rapidamente em desidratação que os conduz à morte”, pode ler-se no site da organização.
Estavam mais golfinhos envolvidos nesta situação, mas apenas há confirmação da morte de um deles. O golfinho franciscano (o nome vem do facto de ter a pele acastanhada, lembrando o fato dos monges) é um dos mais pequenos do mundo: não costuma ultrapassar 1,70 m de comprimento e é exclusivo das zonas da Argentina, Uruguai e Brasil. A União Internacional para a Conservação da Natureza anunciou que só existem 30 mil golfinhos deste tipo, estando portanto em vias de extinção.



domingo, 14 de fevereiro de 2016

Baía do Seixal atrai cada vez mais nautas


A Baía do Seixal é cada vez mais uma porta de entrada no município e, em 2015, recebeu 521 embarcações de recreio e mais de 3500 tripulantes.
A Estação Náutica Baía do Seixal está a atrair cada vez mais visitantes que recorrem ao conjunto de serviços oferecidos, como as excelentes condições de acostagem e de fundeadouro.
Em 2014, foram registadas 349 embarcações e 3017 tripulantes e, em 2015, o número de utilizações cresceu para as 521 embarcações e 3500 tripulantes.
Na maioria, as embarcações que navegam nas águas da Baía do Seixal são portuguesas, mas também há visitantes oriundos da Bélgica, Dinamarca, Irlanda, Reino Unido, Alemanha e Holanda.
Para 2016, está já prevista a construção do Núcleo de Náutica de Amora, um dos principais investimentos do município neste ano, que assim reforça a aposta na náutica de recreio. 


Fonte: C.M. do Seixal

Dia de S. Valentim: Banhos no frio Mar do Norte [ Com vídeo ]

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Apesar do vento e dos três graus centígrados, uma multidão mascarada mergulhou no mar do norte por ocasião do fim de semana de São Valentim.
O evento na cidade belga de Koksijde serviu também para angariar fundos destinados a comprar um apartamento com vista para o mar para crianças com cancro.
Veja o vídeo:

Fonte: Euronews

PONG-Pesca satisfeita com informações do Governo


PONG-Pesca (Plataforma de Organizações Não Governamentais Portuguesas sobre a Pesca) manifestou ontem, 11 de Fevereiro, o seu agrado “pela definição da quota de sardinha ibérica para 2016 respeitar o Princípio da Precaução estabelecido pelo Conselho Internacional para a Exploração dos Mares”.
A mesma plataforma, contudo, exige “que todo o processo seja claramente comunicado, não só aos intervenientes directos, como ao público em geral” e considera que “a quota agora definida – 14.000 toneladas – só deve ser aumentada se os dados científicos recolhidos durante 2016 comprovarem que este aumento não coloca em causa a sustentabilidade do stock da sardinha ibérica”.
Recorde-se que no dia 5 de Fevereiro representantes da PONG-Pesca estiveram numa reunião de trabalho na Secretaria de Estado das Pescas, durante a qual o tema da sardinha ibérica ocupou grande parte do tempo. Depois de conhecerem as medidas divulgadas pelo Governo na reunião, a PONG-Pesca congratulou-se com as mesmas.
A plataforma também recebeu com satisfação as indicações sobre a “tendência verificada para uma melhoria do estado do recurso”, mas considera importante recordar que a tendência deverá ser confirmada “pela informação recolhida nas campanhas científicas de 2016”. Qualquer alteração da quota deverá depender de prévia aprovação pelo Conselho Internacional para a Exploração dos Mares (CIEM), considera a PONG-Pesca.
Reconhecendo o desejo de que a sardinha recupere, Gonçalo Carvalho, coordenador da plataforma, nota que não devem esquecer-se os níveis ainda reduzidos dos stocks, pelo que as recomendações científicas devem ser seguidas com rigor. Finalmente, o mesmo responsável manifesta apreço pelo trabalho do IPMA, que considera merecedor de todas as condições para levar a cabo a sua tarefa.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

“O dinheiro está a ser transferido dos Portos para as Finanças”


O presidente do Conselho Português de Carregadores defende que o modelo de concessões deve ser mudado para o de licenças.
Os lucros e os impostos arrecadados pelas administrações portuárias não estão a ser reinvestidos na economia e no fomento do sector portuário e das actividades exportadoras, sendo transferidos directamente para os cofres do Ministério das Finanças. Esta é constatação de Pedro Viegas Galvão, presidente do Conselho Português de Carregadores, que reúne algumas das maiores empresas exportadoras nacionais.
Segundo as contas de Pedro Galvão, entre 2010 e 2014, por exemplo, a administração do porto de Leixões (APDL), registou lucros de 67,4 milhões de euros. A estes lucros, há que juntar os lucros dos concessionários que operam no porto nortenho, os quais superaram os 71 milhões de euros no período em análise.

No conjunto, está-se a falar de 138,5 milhões de euros, sobre os quais o Ministério das Finanças cobrou 21,7 milhões de euros de IRC aos concessionários e 16,7 milhões de euros de IRC à própria APDL: um total de 38,4 milhões de euros. Além disso, o Estado, ainda através do Ministério das Finanças, recolheu ainda mais 22,8 milhões de euros em dividendos retirados à própria APDL entre 2010 e 2014. Ou seja, dos 138,5 milhões de euros de lucros conseguidos pela APDL e pelos respectivos concessionários entre 210 e 2014, o Ministério das Finanças ‘capturou’ 61 milhões de euros em cobrança de IRC e dividendos.

“O que nós defendemos é que haja um ‘pass through’ [transferência] para a economia, em vez de ser como agora, em que se está a tirar dinheiro dos portos para o Ministério das Finanças. A única forma de alterar o actual estado de coisas é as pessoas sentarem-se para negociar e tentar encontrar uma plataforma de entendimento. Se nas PPP rodoviárias se conseguiu, não vejo como é que nos portos não se consegue”, defendeu Pedro Viegas Galvão, em declarações ao Diário Económico.

De acordo com o presidente do CPC, “em vez de os portos poderem ser o motor da economia, cobram taxas que depois transferem para o Ministério das Finanças”. “É preciso incentivar a economia, e não desincentivar. O trabalho que se tem de fazer para ganhar eficiência nos portos, está longe de estar concluído. É um processo contínuo. É preciso alterar o regime de concessões e reduzir os tarifários, o que era defendido pela ‘troika’”, alerta Pedro Galvão. 

“Não estamos a atacar as administrações portuárias. Reconhecemos que houve melhorias significativas nos últimos anos com o regime das concessões portuárias, mas a vida evolui. Tem de haver um ajustamento às novas regras”, garante este responsável ao Diário Económico. 

Para Pedro Galvão, “a situação financeira de todos os portos nacionais é muito saudável”. O presidente do CPC explica que “este regime de concessões foi lançado há cerca de 20 anos com o objectivo de maximizar as receitas das administrações portuárias porque era necessário que os próprios portos limpassem os seus passivos; e isso não só foi conseguido, como também permitiu a rentabilidade dos concessionários, mas, nós, empresas exportadoras, estamos neste momento a lutar com muitas dificuldades para penetrar em mercados externos, em ganhar quotas”.

Para Pedro Galvão, “esta transferência de dinheiro dos lucros dos portos, da economia, para o Ministério das Finanças, é mais uma taxa à exportação do que uma receita para maximizar o volume de cargas”. O presidente do CPC é contra o monopólio no sector; defende que deve haver, no mínimo, dois prestadores para cada serviço portuário; é adepto da transferência do regime de concessões para o de licenças, “onde não há barreiras à entrada nem à saída, podendo qualquer operador com licença funcionar”; e aguarda a redução das tarifas portuárias para beneficiar as exportações, a actividade portuária e a economia nacional. 

Fonte: Económico  


Portos são a excepção nas empresas públicas com quatro anos de lucros

Portos nacionais atingiram lucros de 174 milhões de euros entre 2010 e 2014. O porto de Leixões liderou o ‘ranking, com lucros de 67,4 milhões de euros.



As cinco principais administrações portuárias nacionais registaram lucros agregados de 173,7 milhões de euros entre 2010 e 2014, o que perfaz uma média anual de lucros de 34,7 milhões de euros, de acordo com dados compilados pelo Conselho Português de Carregadores (CPC), a que o Diário Económico teve acesso.

Numa altura em que ainda não são conhecidas as contas destas administrações portuárias referentes ao exercício de 2015, estes dados atestam uma excepção no Sector Empresarial do Estado (SEE), uma vez que a grande maioria das empresas públicas apresenta défices crónicos de gestão, acumulando passivos de ano para ano. E confirmam que um dos poucos motores da economia nacional nestes anos de crise tem sido proporcionado pelas exportações, com reflexos evidentes nas cargas movimentadas pelos portos e, por conseguinte, nos dados económico-financeiros das administrações portuárias.

De entre as cinco maiores administrações portuárias nacionais – Leixões, Sines, Setúbal, Lisboa e Aveiro –, o grande destaque vai para o porto nortenho, que registou lucros de 67,4 milhões de euros no período em análise. A seguir, posicionou-se o porto de Sines, com lucros de 45,3 milhões de euros entre 2010 e 2014. 

Já o porto de Setúbal surge em terceiro lugar neste ‘ranking’, com 29,1 milhões de euros de lucros, significativamente acima do conseguido no mesmo período pelo porto de Lisboa: 21,9 milhões de euros de lucros. Este é mais um sinal dos problemas crescentes que o porto da capital tem atravessado nos últimos anos, em particular derivado de constantes greves dos estivadores, que têm afastado alguns dos maiores armadores mundiais para outros portos nacionais (como Setúbal) e ou mesmo estrangeiros, com destaque para os espanhóis. 

Neste momento, está a decorrer há mais de um mês um processo negocial entre os operadores e os estivadores do porto de Lisboa, sob a iniciativa de Ana Paula Vitorino, ministra do Mar, com o objectivo de solucionar de forma definitiva este diferendo laboral não sendo publicamente conhecidas as evoluções dessas conversações. 

Como é natural, por questões de dimensão, no último lugar deste ‘ranking’ dos lucros das principais administrações portuárias nacionais, posicionou-se o porto de Aveiro, com lucros de cerca de dez milhões de euros entre 2010 e 2014.

Apesar da saúde financeira das administrações portuárias que estes números evidenciam, diversos operadores do sector têm manifestado publicamente críticas à situação, como foi o caso de Pedro Viegas Galvão, presidente do CPC. Numa conferência sobre “Concorrência no Sector Portuário”, realizada no passado dia 26 de Janeiro, em Lisboa, este responsável defendeu que o actual regime de concessões portuárias tem de ser alterado e substituído preferencialmente pelo regime de licenças.

No seu entender, no passado, com o regime das concessões portuárias, pretendia-se a maximização das receitas das administrações portuárias, privilegiando o encaixe inicial e apostando na cobrança de rendas variáveis e fixas, mas de futuro Pedro Viegas Galvão recomenda “a maximização da competitividade da economia, maximizar volume, diluir custos fixos e ganhar massa crítica”.


Fonte: Económico. 


É um iate? É uma ilha? E que tal as duas coisas juntas?

Nunca tal tinha sido pensado. Mas a primeira ilha flutuante está ao dispor dos muito ricos. Uma espécie de mega-iate e ilha exótica...


Uma empresa austríaca especializada em iates submersíveis apresentou uma plataforma flutuante que se desloca, podendo funcionar como barco.
Na prática, a "Kokomo ailand" é uma ilha, com a diferença que não tem de estar sempre no mesmo sítio - a promoção fala num mega-iate combinado com uma ilha exótica.
Na "ilha", há um apartamento de luxo, 80 metros acima do nível do mar, com elevadores e jacuzzi.
No deck principal há uma piscina, queda de água, palmeiras e jardins verticais.
Fonte: TSF

Troia-Mar é a praia com maior capacidade da costa alentejana

A praia Troia-Mar, no concelho de Grândola, distrito de Setúbal, é a que tem a maior lotação da costa alentejana, segundo uma proposta da ...