segunda-feira, 30 de abril de 2018

Paquete "Infante D.Henrique" - Os Últimos Dias.


O paquete "Infante D. Henrique" realizou o seu último cruzeiro ao Funchal de Dezembro de 1976 a 3 de Janeiro de 1977, ficando fundeado no mar da Palha até Maio de 1977, ano em que o GAS ( Gabinete da área de Sines) o adquiriu para acomodar alguns dos milhares de trabalhadores do complexo da área de Sines. Foi colocado numa lagoa artificial tornando-se uma presença bizarra e cara por terras alentejanas, degradando-se rapidamente.

Ao contrário do que acontecera a outros navios portugueses, cujo o fim era Kaohsiung, o cemitério de navios para a sucata, na Ilha Formosa, no ano de 1986, com o crescimento do mercado de cruzeiros no mundo, o armador grego George Potamianos adquiriu-o e transformou-o num paquete de luxo. Totalmente renovado interiormente, mantendo as linhas clássicas, o navio chegou a Lisboa em 1988, com o nome de «Vasco da Gama». 

Potamianos fez renascer este navio que, durante seis anos, realizou cruzeiros nas Caraíbas e deu a volta ao mundo por diversas vezes. Continuou a ser motivo de admiração e registo em qualquer porto a que aportava.


Em 1994, foi vendido à Premier Cruises, companhia americana, para cruzeiros nas Caraíbas. No ano 2000, ficou sedeado na Europa, em Barcelona, para cruzeiros no Mediterrâneo, mas sem grande sucesso, devido á forte concorrência de outras companhias, como a Costa Crociere, o que provocou, uma vez mais, a sua imobilização. Por falência da companhia e por ordem da Autoridade do Porto de Barcelona, o navio ficou arrestado nesse mesmo ano. O seu último comandante foi Amadeu Albuquerque.


Durante três anos permaneceu acostado ao molhe norte do porto de Barcelona aguardando que alguém novamente o pusesse a navegar pelos quatro cantos do mundo ou simplesmente o adquirisse para o tornar num ex-libris. Encontrava-se em excelentes condições podendo assim navegar por mais uns 40 anos, mas a má sorte bateu de vez à porta.
Foi vendido para sucata e desmantelado na China em 2004.



Ordenamento do Espaço Marítimo: Consulta Pública de 30/04 a 30/06


A DGRM – Direcção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos, divulgou o Aviso que dá início à abertura do período de discussão pública do projecto de Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo, que decorrerá entre 30 de Abril e 30 de Junho de 2018.

O Plano de Situação é um instrumento de ordenamento do espaço marítimo nacional que constitui uma ferramenta essencial para a política do mar, assegurando o desenvolvimento da economia azul e a sustentabilidade do meio marinho tal como definido pela Directiva-Quadro “Estratégia-Marinha” e pela Estratégia Nacional para o Mar.

Trata-se de um plano estruturante e fundamental, que abrange todo o espaço marítimo nacional, desde as linhas de base até ao limite exterior da plataforma continental, integrando as águas interiores marítimas, o mar territorial, a zona económica exclusiva e a plataforma continental, incluindo para além das 200 milhas náuticas.

O Plano de Situação do Ordenamento do Espaço Marítimo identifica a distribuição espacial e temporal dos usos e actividades existentes e potenciais, identificando também as áreas relevantes para a conservação da natureza, biodiversidade, os valores correspondentes ao património cultural subaquático e as redes e estruturas indispensáveis à defesa nacional, à segurança interna e à protecção civil e combate à erosão costeira.

Promovendo a compatibilização entre usos ou actividades concorrentes, tendo em vista contribuir para um melhor aproveitamento económico do meio marinho e minimizar o impacto das actividades humanas no meio marinho, este plano é ainda o instrumento que permite a atribuição de Título de Utilização Privativa do Espaço Marítimo Nacional.

Objetivos: 
- Executar os objetivos da Estratégia Nacional para o Mar;
- Promover a exploração económica sustentável, racional e eficiente dos recursos marinhos;
- Contribuir para a coesão nacional e reforço da posição geopolítica e geoestratégica de Portugal na bacia do Atlântico;
- Contribuir para o ordenamento da bacia do Atlântico;
- Assegurar o Bom Estado Ambiental das Águas Marinhas;
- Ordenar os usos e actividades, prevenindo e minimizando conflitos entre usos e actividades concorrentes;
- Contribuir para o conhecimento do oceano e reforçar a capacidade científica e tecnológica nacional;
- Garantir a segurança jurídica e a transparência na atribuição dos Título de Utilização Privativa do Espaço marítimo Nacional;



Yilport Leixões: 3000 TEU diários é mais frequente.


Abril com produtividade a mil – com este provérbio adaptado poderíamos descrever facilmente o trajecto da concessionária Yilport Leixões no que toca à movimentação de contentores no porto nortenho: a empresa voltou, pela segunda vez num espaço de escassos dias, a roçar a marca dos 3 mil TEU diários.
No passado dia 7 de Abril, já a concessionária havia dado conta desse registo de elevada eficiência, com a operação de seis navios que resultou no processamento de 1.803 contentores, ou 2.932 TEU. À data, «faltaram 68 TEU para atingir a marca dos 3.000 TEU», lembrou a Yilport Leixões.
A marca dos 3 mil TEU voltou a pairar no Porto de Leixões no passado dia 11 de Abril, mostrando a persistência dos bons resultados na movimentação de contentores: a «Yilport Leixões voltou a testar a barreira dos 3.000 TEU movimentados num único dia de trabalho», uma meta «cada vez mais frequente», assinalou a empresa.

«Prova da capacidade de resposta da Yilport Leixões», enaltece a empresa

No dia 11 de Abril foram carregados/descarregados «1.739 contentores, a que corresponderam 2.987 TEU», veiculou a empresa, lembrando que apenas «faltaram 13 TEU» para a celebração da meta dos 3 mil TEU diários. «A produção alcançada é tanto mais relevante quanto foi o resultado da operação de oito – oito! – navios, com as exigências operacionais e as perdas de tempo que isso implica».
Fonte: Cargo

sábado, 28 de abril de 2018

Federação dos trabalhadores portuários exige ser recebida pela ministra do Mar


A Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores Portuários (FNSTP) criticou o "silêncio" da ministra do Mar aos pedidos de audiência dos sindicatos, avisando que se não houver resposta até 25 de maio, a greve será uma possibilidade.

Os dirigentes das oito associações sindicais que integram a federação estiveram reunidos no Porto de Sines na quinta e sexta-feira, tendo escrito uma carta à ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, a exigirem para serem recebidos para discutirem "a necessidade de melhorar as condições" dos trabalhadores portuários, disse o presidente da FNSTP, Aristides Peixoto, à Lusa.

Perante a falta de respostas, a federação disse que vai "aguardar até ao dia 25 de maio de 2018" para que a ministra viabilize o encontro, sob pena de a FNSTP "promover iniciativas legais de expressão prejudicial ao normal funcionamento dos portos".

Segundo explicou Aristides Peixoto, "a greve será o último recurso, mas pode acontecer".

A federação acusa a ministra de ter "um procedimento pessoal e institucional insólito e lamentável" desde meados de 2016, uma vez que se abstém desde essa altura de responder ao pedido de audiência que "repetidamente" tem sido feito pela FNSTP.

A falta de resposta a um documento entregue pela federação à ministra em 15 de Julho de 2016 "exprime e denota uma indesculpável irresponsabilidade cívica e política, a par de falta de respeito para com instituições do sector" por parte da governante, dizem os sindicatos na carta dirigida a Ana Paula Vitorino.

Segundo a federação, a UGT também já interveio perante o "anómalo estado de alheamento e indiferença" da ministra do Mar, mas não obteve resposta, submetendo a organização sindical portuária a um "inacreditável silêncio ou ostracismo".

Vagas de calor no mar estão a aumentar há um século

Um estudo publicado pela Nature Communications mostra que a frequência de vagas de aquecimento da água do mar aumentou, bem como a duração de cada onda de calor.


As vagas de calor no mar aumentaram em número e em intensidade ao longo do século passado, resultado directo do aquecimento global, revela um estudo divulgado.

Publicado pela revista Nature Communications, o estudo foi feito por investigadores do ARC — Centro de Excelência para os Extremos Climatéricos, um consórcio que junta cinco universidades australianas e uma rede de organizações da Austrália e de outros países, e o Instituto de Estudos Marinhos e Antárticos, um centro de investigação da Universidade da Tasmânia, também na Austrália.

Segundo o estudo, entre 1926 e 2016 a frequência de vagas de aquecimento da água do mar aumentou 34% e a duração de cada onda de calor aumentou 17%, o que se traduz num aumento de 54% do número de dias de temperaturas acima do normal no mar em cada ano.
“A nossa investigação também descobriu que desde 1982 houve um assinalável aumento da tendência de vagas de calor marinhas”, disse o principal autor do estudo, Eric Oliver, da Universidade de Dalhousie, Canadá.
“Se bem que podemos desfrutar das águas quentes quando vamos à praia, essas ondas de calor têm impactos significativos nos ecossistemas, biodiversidade, pesca, turismo e aquacultura. Há muitas consequências económicas profundas que andam de mão dada com esses eventos”, disse o responsável.
Uma onda de calor na Austrália Ocidental em 2011 mudou por completo o ecossistema, que deixou de ser dominado por florestas de laminárias (algas de grandes dimensões) para passar a ser dominado por algas rasteiras. No ano seguinte, no Golfo do Maine (costa nordeste dos Estados Unidos) uma onda de calor levou a um aumento da população de lagostas que fez os preços caírem e o sector foi seriamente prejudicado. E entre 2014 e 2016 uma vaga de calor no Pacífico Norte levou ao encerramento de estruturas de aquacultura e à proliferação de algas nocivas ao longo das costas.
Para as conclusões do estudo os investigadores usaram diversos dados, combinando os fornecidos por satélite com outros que ao longo do século foram recolhidos por navios e estações de medição terrestre, descontando no final as oscilações naturais.
“Houve uma relação clara entre o aumento da temperatura média da superfície do mar e o aumento das vagas marinhas de calor”, disse Neil Holbrook, da Universidade da Tasmânia, acrescentando ser provável que essas vagas de calor continuem a aumentar.
Fonte: Observador

Primeira máquina para limpar o plástico do mar em testes no Pacífico


Vai ser experimentado pela primeira vez um sistema que promete limpar a maior mancha de plástico no mar - são quase 80 mil toneladas de detritos de plástico que ocupam uma área entre a Califórnia e o Havai equivalente a três vezes a França.

O sistema idealizado originalmente pelo adolescente holandês Boyan Slat, agora engenheiro e fundador da fundação The Ocean Cleanup, vai ser implementado este Verão. Pretende limpar o que ficou conhecido como "The Great Pacific Garbage Patch" - a grande mancha de lixo do Pacífico.
Esta mancha, detectada pela primeira vez em 1977, contém mais de 1,8 mil milhões de fragmentos de plástico, segundo o último estudo. E é a primeira vez que se faz a tentativa de a limpar.
Não se trata de uma ilha ou de uma massa única, mas sim de uma vasta área com grandes quantidades de plástico, com detritos que vão dos pequenos bocados a elementos maiores, como redes de pesca abandonadas, que representam 46% do total, segundo o estudo publicado a 22 de Março no boletim Scientific Reports, da revista científica Nature.

MANCHA DE PLÁSTICO EQUIVALENTE A TRÊS FRANÇAS

A quantidade de plástico encontrada nesta área está "a aumentar exponencialmente", de acordo com o trabalho desenvolvido pela fundação Ocean Cleanup e por investigadores de instituições na Nova Zelândia, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e Dinamarca.
Os cientistas utilizaram dois aviões e 18 barcos para avaliar a poluição causada pelo plástico no oceano. "Queríamos ter imagem uma clara e precisa daquela extensão de lixo no mar", disse o coordenador do estudo, o investigador Laurent Lebreton, da Ocean Cleanup.
"Pensamos que há cada vez mais plástico a acumular-se nesta área", salientam os cientistas.
A quantidade da massa de plástico presente é quatro a 16 vezes maior que o anteriormente referido e continua a acumular-se mais devido ao sentido das correntes marítimas e ao descuido dos humanos, tanto no mar, como em terra.
A maior parte daquele plástico tem provavelmente origem em países do Pacífico, mas também pode vir de qualquer ponto do mundo pois aquele material anda por todo o oceano e até já foi encontrado no Ártico, segundo Laurent Lebreton.

PLÁSTICOS AMEAÇAM ANIMAIS E ENTRAM NA CADEIA ALIMENTAR

Plásticos, como cotonetes, palhinhas ou sacos de plástico descartáveis, vão parar aos oceanos e deterioram-se, dando origem a pequenas partículas que são ingeridas pelos animais e podem levar à sua morte.
Através dos peixes, os microplásticos chegam à cadeia alimentar humana.
Os microplásticos também são ingrediente de muitos cosméticos e produtos de higiene pessoal, como exfoliantes para cabelo, corpo e rosto, pastas e cremes dentais, entrando na rede de esgotos, mas como são demasiado pequenos para serem completamente filtrados nos sistemas de tratamento vão para os rios e mares.
A poluição do mar pelos plásticos é um problema global. Em 1990, a produção de plástico era metade da actual e daqui a alguns anos poderá existir no oceano mais plástico do que peixe, se nada for feito para evitar o elevado consumo deste material, segundo organizações ambientalistas.
Com o início das operações marcado para Julho deste ano, os especialistas acreditam conseguir retirar metade dos detritos - cerca de 40 mil toneladas - nos próximos cinco anos.
sistema consiste numa série de tubos gigantes - ironicamente feitos de plástico - que vão formar uma longa barreira flutuante. Telas de nylon (material sintético extraído do petróleo) presas às barreiras vão actuar como pás de lixo a recolher os detritos que as marés vão juntando. Estas telas não são capazes, no entanto, de recolher os microplásticos.
Os peixes vão conseguir escapar as estas redes, nadando por baixo, garante a Ocean Cleanup.
A equipa da Ocean Cleanup prevê começar a instalação nas próximas semanas a partir da baía de São Francisco para que tudo esteja pronto em Julho. Depois, todas as seis a oito semanas, barcos vão recolher às redes o lixo acumulado.
Fonte: Sic Noticias

Adaptação genética de ‘ciganos do mar’ explica capacidade invulgar de mergulho

Os Bajau têm uma capacidade invulgar de permanecer debaixo de água. Estudo pode ajudar a fazer a ligação entre a genética e a resposta fisiológica à hipoxia (privação de oxigénio).


Os Bajau, conhecidos como ‘ciganos do mar’, têm uma capacidade invulgar de permanecer debaixo de água, que um estudo divulgado esta quinta-feira atribui a uma adaptação genética resultante num baço muito maior que o comum na generalidade dos humanos. O estudo, publicado na revista científica Cell, mostra que os Bajau, que vivem nos mares do arquipélago indonésio, têm um baço 50% maior do que populações vizinhas. A importância do baço na capacidade de os humanos poderem manter-se submersos não é nova, mas a relação entre o tamanho desse órgão e a capacidade de mergulho livre nunca tinha sido antes examinada em seres humanos a nível genético.
O baço tem um papel central no prolongamento do tempo de mergulho, porque se contrai quando o corpo é submergido e lança glóbulos vermelhos oxigenados na circulação, produzindo um aumento de até 9% no oxigénio que chega às células. O estudo divulgado esta quinta-feira tem implicações na investigação médica, porque pode ajudar a fazer a ligação entre a genética e a resposta fisiológica à hipoxia (privação de oxigénio).
Melissa Ilardo, investigadora da Universidade de Copenhaga e primeira autora do estudo, passou meses na ilha indonésia de Jaya Bakti onde colheu amostras de ADN e fez ecografias aos baços do povo Bajau e dos seus vizinhos “terrestres”, os Saluan. Os resultados, sequenciados na Universidade de Copenhaga, mostraram claramente que os Bajau têm um baço em média 50% maior do que os Saluan, incluindo os Bajau que não mergulham.
Conhecido como “ciganos do mar”, o povo Bajau vive no sudeste asiático e embora hoje muitos tenham passado a viver em terra, o modo de vida tradicional, que evoluiu ao longo de séculos, era completamente marítimo, com pequenos barcos ou ‘aldeias’ flutuantes como habitação e subsistindo apenas como caçadores-recoletores marinhos. Vagueando entre a Indonésia, Bornéu, Birmânia e Tailândia, os Bajau (como os Moken, como são designados os “ciganos do mar” na Tailândia) são mergulhadores exímios e a maioria nasceu, viveu e morreu no mar.
Os Bajau que foram objeto do estudo de Melissa Ilardo, que agora vivem na ilha de Jaya Bakti, continuam com forte ligação ao mar e são conhecidos em toda a região pela habilidade no mergulho, em que atingem regularmente profundidades de cerca de 70 metros para caçar peixes, e capacidade de ficarem muitos minutos debaixo de água, apenas com uma lança, uns pesos e óculos rudimentares em madeira. Um deles disse a Melissa Ilardo que tinha mergulhado 13 minutos consecutivos.
A investigadora suspeitava que os Bajau poderiam ter baços geneticamente adaptados, devido ao estilo de vida de caçadores-recoletores marinhos, até pelas descobertas em outros mamíferos. “Não há muita informação sobre os baços humanos em termos de fisiologia e genética”, disse a investigadora, lembrando que as focas, como a foca-de-weddell, uma espécie antártica, têm baços desproporcionadamente grandes.
A equipa de académicos das universidades de Copenhaga (Dinamarca), Cambridge (Reino Unido) e Berkeley (Estados Unidos), eliminou a possibilidade de que o baço maior fosse apenas uma resposta fisiológica ao mergulho, e nos estudos que fez dos Bajau descobriu que este povo tem um gene chamado PDE10A, que os Saluan não têm e que controla os níveis do hormónio tireoidiano T4. A glândula tiroide produz, armazena e liberta as hormonas T3 e T4, que regulam o metabolismo. “Acreditamos que os genes dos Bajau têm uma adaptação que aumenta a hormona da tiroide e, portanto, aumenta o tamanho do baço”, disse Melissa Ilardo.
Esta foi a primeira vez, afirmou, que uma adaptação genética ao mergulho foi encontrada nos humanos, já que “até agora era completamente desconhecido se as populações nómadas marinhas se tinham adaptado geneticamente ou apenas fisiologicamente ao seu estilo de vida extremo”. Nos “ciganos do mar” já tinha sido estudada outra característica, a superior visão subaquática, mas concluiu-se que era uma resposta ao ‘treino’ gerado pelo modo de vida.
As conclusões do estudo abrem o camp para outras investigações em população adaptadas a um modo de vida aquático, como as mulheres mergulhadoras haenyeo, da ilha de Jeju, na Coreia do Sul, cuja cultura faz parte desde 2016 da lista do Património Cultural Imaterial da UNESCO.
Fonte: Observador