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A mostrar mensagens de Maio, 2017

Correntes de Retorno: O "truque" mais mortal dos Oceanos

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Já deve ter ouvido falar nas perigosas correntes de retorno. Se não ouviu, preste muita atenção. Elas são um dos maiores perigos para banhistas em todo o mundo. Estas correntes são fluxos de água que saem das praias em direcção ao mar, e aumentam de velocidade subitamente. Pior: elas geralmente localizam-se entre ondas violentas e parecem uma parte calma do mar, o que pode seduzir banhistas inexperientes. Quem estiver dentro de uma e não souber o que fazer pode correr sério risco de vida. A cada ano, mais de 100 banhistas afogam-se nos EUA devido às chamadas correntes de retorno, canais de água fortes que puxam os nadadores para longe da costa, de acordo com a associação de salva-vidas dos EUA (USLA). Não há uma estatística que mostre quantas mortes no Brasil estão relacionadas a este fenómeno, mas casos também já foram registados. Quase metade de todos os resgates feitos por salva-vidas em praias oceânicas no mundo estão relacionados com correntes de retorno, de acordo com a USLA. Par…

Futuro dos oceanos está nas nossas mãos

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O branqueamento e a morte dos corais têm ocorrido um pouco por todo o mundo, inclusive em Portugal. A culpa é maioritariamente da acção humana. Um fenómeno que só é revertível se forem feitas mudanças nos comportamentos das pessoas. Urgentemente.

Não é um fenómeno que se fica pela Grande Barreira de Coral, na Austrália. Os corais estão a morrer em várias zonas do planeta. A notícia é péssima. A réstia de esperança assenta no facto de ainda poderem ser salvos e, em grande medida, depende de nós. Saiba o que pode fazer para proteger o oceano.
Desde o início do ano, já demos conta de duas notícias desastrosas sobre a questão do branqueamento dos corais. Dois terços da Grande Barreira de Coral australiana desapareceram. Mais de 70% do maior recife de coral do Japão morreu em 2016. A morte dos corais corre mundo. Desde a costa do Panamá, passando pela China, até chegar inclusivamente a Portugal. Os números são depressivos. Nos últimos 30 anos, a Terra perdeu 27% dos recifes de coral. A tend…

Autorizada a pesca de "jaquinzinhos"

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A pesca de carapau com tamanho inferior ao mínimo de referência para os pescadores de arte-xávega foi autorizada pelo Governo, com a publicação em Diário da República de uma portaria do Ministério do Mar. O Governo reconhece o "valor cultural e considerável importância" para os pescadores da costa ocidental portuguesa da arte-xávega e cria também uma comissão de acompanhamento e o controlo científico da espécie, que está "em bom estado". É a primeira vez que esta excepção é autorizada na pesca deste tipo de carapau, conhecido vulgarmente por "jaquinzinhos", pescado artesanalmente por 50 traineiras em Portugal, número máximo de embarcações autorizadas. O primeiro lance de captura pode ser vendido mesmo que o peixe seja abaixo do tamanho mínimo, mas a pesca pode ser interrompida se numa jornada se apanhe mais de 20 por cento de espécies cujo número é reduzido. Os barcos passam a ter que instalar dispositivos acústicos para afastar baleias, por causa de "al…

Imagens inéditas desvendam os os “unicórnios do mar” [ Com Vídeo ]

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Graças a dois drones, foi possível filmar os chamados “unicórnios do mar”, os narvais, uma espécie de baleia dentada caracterizada por uma presa na cabeça cuja função era um verdadeiro mistério, até agora. Filmagens efectuadas por dois drones em Tremblay Sound, na costa do nordeste do Canadá, revelam que o unicórnio dos narvais é usado paraempurrar e atordoar os peixes, o que os torna presas fáceis. Os animais desta espécie de baleia dentada, que vive nas águas frias do Árctico, entre a Gronelândia, o Canadá e a Rússia, são conhecidos como “unicórnios do mar”, precisamente por essa característica fisiológica única entre estes grandes mamíferos. Até agora, contudo, a função desta presa, que pode chegar a ter mais de 3 metros de comprimento, era um mistério. No vídeo captado nas águas do Canadá, onde vivem 90% dos narvais existentes, estes “unicórnios marinhos” são vistos a imobilizar bacalhau com as presas que se assemelham a um chifre. Além desta vertente, os narvais poderão ainda usa…

4 Arguidos por derrama de combustível no Terminal XXI

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O derrame de combustível ( derrame de várias toneladas de fuel oil ), no Terminal XXI, no dia 6 de Setembro do ano passado, fez com que o Ministério Público formalmente desse a acusação de quatro arguidos, uma pessoa colectiva e três singulares, com a prática dos crimes de poluição com perigo comum e de falsificação de documento e da contraordenação de poluição do meio marinho. A acusação refere que o derrame teve origem no navio “MSC Patrícia”, indicando que “os arguidos tinham conhecimento de que os tanques do navio apresentavam deficiências e careciam de reparação há já mais de um ano”.  Esta conduta, assinala, culminou com a deslastragem (esvaziamento) do tanque deficiente no dia do aportamento em Sines, causando o derrame de produto poluente, cuja remoção custou ao Estado português quase 180 mil euros. O Ministério Público adianta que deduziu um pedido de indemnização civil no valor das despesas efectuadas, acrescido de juros de mora. A investigação, que durou sete meses, esteve …

Estaleiros Navais do Mondego lançam ao mar primeiro navio

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Navio construído na Figueira da Foz foi lançado à água. O ferryboat "Haksolok" vai melhorar a mobilidade em Timor Leste. O ferryboat “Haksolk”, de bandeira timorense, foi lançado à água a partir da principal doca seca dos estaleiros da Figueira da Foz. Este navio é o primeiro a ser construído cinco anos depois de os antigos Estaleiros Navais do Mondego terem sido concessionados à empresa portuguesa Atlanticeagle Shipbuilding (AES). E em breve estará a operar no mar de Timor-Leste, inaugurando as operações de cabotagem na costa norte daquele país de língua oficial portuguesa com uma embarcação de bandeira timorense. O ferry tem capacidade para transportar 377 pessoas e 25 automóveis, Vai ligar Díli, a ilha de Ataúro e as principais localidades da costa norte do país, nomeadamente Pante Macassar, a mais povoada cidade daquela região, em cujas redondezas desembarcaram pela primeira vez os navegadores portugueses, em agosto de 1515. 
Fonte: Dinheiro Vivo

Tirar os plásticos do mar, começando logo no piquenique

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Comissão Europeia, Ciência Viva e Embaixada dos Estados Unidos juntaram-se para chamar a atenção para o impacto dos microplásticos nos oceanos e na sociedade Por entre os banhistas que aproveitam um dia de verão em maio, surge um grupo equipado com t-shirts azuis, camaroeiro e um saco na mão. Vão passando a areia pelos camaroeiros e retirando as minúsculas partículas de plásticos que vão ficando na rede. Perante o espanto e o elogio dos banhistas, o grupo vai limpando a praia da Mata, na Costa da Caparica. Uma iniciativa da Comissão Europeia, da Ciência Viva e do Departamento de Estado dos Estados Unidos que visa alertar para o aumento dos plásticos nos oceanos. "Mais de 80% do lixo marinho é plástico", aponta a investigadora Filipa Bessa, do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE), da Universidade de Coimbra. Estes plásticos acabam por se degradar e ficar com menos de 5 milímetros - são os microplásticos -, que depois são ingeridos pelos peixes, absorvidos pelo sal mar…

Vídeo mostra como é um sismo no fundo do mar

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Um grupo de mergulhadores das Filipinas que explorava o fundo do mar foi surpreendido por um sismo de 5,7 de magnitude na escala de Richter. O momento foi gravado debaixo de água e partilhado nas redes sociais. Nos países banhados pelo Oceano Pacífico, como é o caso das Filipinas, a atividade sísmica é bastante frequente. São vários os registos em vídeo disponíveis na internet deste tipo de fenómeno. No entanto, as imagens divulgadas no passado mês de abril pelo mergulhador Jaun Paul Rodriguez têm a particularidade de serem registadas no fundo do mar. Nas filmagens, um grupo de mergulhadores que se encontra a cerca de 18 metros de profundidade depara-se com um sismo de magnitude 5,7. No vídeo é possível ver a agitação do mar e da areia que levanta na água.
Em declarações ao Newsflare, o autor do vídeo descreveu o fenómeno: "Parecia que havia uma hélice gigante de um barco a girar mesmo em cima de nós, ouvimos o tremor de pedras sobre a terra e sentimos a onda de choque. Sentimos dor …