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A mostrar mensagens de Março, 2016

Navio português incluído na armada de Vasco da Gama descoberto em Omã

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Navio será a mais antiga embarcação dos Descobrimentos Portugueses encontrado e cientificamente investigado por arqueólogos
O Ministério do Património e da Cultura de Omã anunciou hoje a descoberta de um navio português naufragado numa ilha remota de Omã em 1503, que fazia a carreira da Índia e estava incluído na armada de Vasco da Gama.
O navio é, de acordo com aquela entidade, a mais antiga embarcação dos Descobrimentos Portugueses encontrado e cientificamente investigado por arqueólogos.
Em comunicado, o ministério salientou que o navio português, que estava incluído numa das armadas de Vasco da Gama com destino à Índia naufragou em 1503 durante uma tempestade ao largo da ilha Al Hallaniyah, na região Dhofar, de Omã.
O Ministério do Património e da Cultura (MPC) de Omã informou que o local do naufrágio foi inicialmente descoberto pela empresa britânica Blue Water Recoveries Ltd. (BWR) em 1998, no 500º aniversário da descoberta de Vasco da Gama do caminho marítimo para a Índia.
Contudo, …

Pinguim nada nove mil quilómetros para visitar homem que o salvou

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Dindim poderia ser apenas mais um entre os pinguins que todos os anos viajam da Patagónia até ao litoral brasileiro. Só que este faz a sua rota sozinho e com um propósito muito especial: visitar o homem que o salvou de uma morte certa.

Este é mais um daqueles casos de amizade improvável entre pessoas e animais selvagens. Em maio de 2011, João Pereira de Souza encontrou na praia de Provetá um exemplar de pinguim de Magalhães moribundo e coberto de petróleo. Deu-lhe três banhos, alimentou-o e tratou-o até poder devolvê-lo à água.
Quando o fez, pensou que o bicho iria à sua vida. Puro engano. Além de ter passado quatro meses na companhia de João, Dindim afeiçoou-se a ele de tal maneira que todos os anos regressa àquela praia da Ilha Grande, no Oeste do estado do Rio de Janeiro. Nada cerca de nove mil quilómetros até que, nos primeiros dias de Junho, está novamente em casa do seu amigo. E se calha de João não estar à sua espera no areal, não há problema, pois Dindim conhece o caminho. A histó…

Fezes de plâncton levam plástico para as profundezas do Mar

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A poluição dos oceanos pode ser mais profunda do que se pensava. Cientistas do Laboratório Marinho de Plymouth e da Universidade de Exeter, Reino Unido, descobriram que os zooplânctones ingerem restos de plásticos mais pequenos do que um milímetro de tamanho.
Este plástico é digerido e relançado nos oceanos através das fezes dos zooplânctones. Este material transporta carbono e nutrientes para o fundo do mar, onde serve de alimento a animais que vivem nas profundezas dos mares.

"Acreditamos que o impacto da contaminação do plástico nos oceanos merece uma investigação mais detalhada", salientou o líder do projecto, Matthew Cole da Escola das Ciências da Vida e do Ambiente.

Outros estudos estimam que existe mais de cinco triliões de pedaços de micro plásticos a flutuar nos oceanos e estes já foram encontrados no tracto intestinal em um quarto dos peixes vendidos nos Estados Unidos. 
Fonte: Sabado

Dubai tem à venda luxuosas moradias flutuantes

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O Kleindienst Group está a construir uma série de moradias flutuantes na costa do Dubai. Chama-lhes “cavalos-marinhos flutuantes” e têm o preço de 1,6 milhões de euros.
As moradias que o Kleindienst Group está a construir na costa do Dubai são exóticas e complexas. A sua construção estava prevista desde 2008, como noticia o site Green Savers, tendo sido adiada devido à crise económica global. Custarão 1,6 milhões de euros.

Segundo noticia o mesmo meio, estas moradias fazem parte do projeto ‘Coração da Europa’, um grupo de ilhas artificiais que serão construídas a quatro quilómetros do Dubai. Com três andares, terão o andar principal ao nível do mar, um outro superior e um último submerso. O quarto principal encontra-se debaixo de água e terá janelas com vista para o oceano que rodeia a casa. A moradia é “essencialmente um barco” que não se mexe, avança a Kleindienst, que garante já ter construído 42 infraestruturas e estar a preparar outras 35. O projecto estará concluído no final de 2016…

Uma cacofonia de sons no abismo mais fundo do Oceano

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A mais de 11 mil metros da superfície do Oceano Pacífico, o Abismo Challenger, na Fossa das Marianas, é o lugar mais profundo dos oceanos da Terra. Tão isolado, era de se esperar que fosse um mar de silêncio, mas os cientistas surpreenderam-se ao descobrir que o local na verdade é atingido por uma cacofonia de sons produzidos tanto por fontes naturais quanto humanas, num volume e diversidade impressionantes. O barulho no abismo foi registado continuamente pela primeira vez ao longo de pouco mais de três semanas por um tipo especial de microfone, chamado hidrofone, protegido por uma cápsula de titânio mergulhado em Julho do ano passado no local por investigadores da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos EUA (Noaa), da Universidade do Estado do Oregon e da Guarda Costeira americana. Neste período, ele registou de terramotos ao canto de baleais, além dos motores e hélices dos muitos navios que circulam naquela região da Micronésia. "Pensaria que a parte mais profunda do oc…

Investigadores da UP criam projecto para monotorizar oceanos

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Um grupo de investigadores da Universidade do Porto está a desenvolver um protótipo para monitorizar os oceanos. O JPN falou com a coordenadora do projecto MarinEye.
Um grupo de investigadores do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental (CIIMAR) está a criar um protótipo que vai permitir monitorizar os oceanos, como forma de gerir recursos de forma mais sustentável. A proposta surgiu para um concurso que teve início no mês de Março de 2015. Uma equipa interdisciplinar de investigadores do CIIMAR juntou-se ao Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), ao Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e ao laboratório MARE, associado ao Instituto Politécnico de Leiria (IP Leiria), para dar resposta a “um projecto multidisciplinar, na área da Biologia, da Química, da Física, dos Oceanos, da Química, da Engenharia e Tratamento de Dados”, revela ao JPN Catarina Magalhães, coordenadora do projecto no CIIMAR. Em Julho do ano passad…

Boyan Slat. O miúdo holandês que quer salvar os oceanos

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Aos 21 anos, o estudante de engenharia aeroespacial pode ter encontrado uma solução para os milhões de toneladas de plástico à deriva nos oceanos.
Boyan Slat, holandês, tem apenas 21 anos, mas arrisca ver o seu nome impresso nas páginas da história da preservação ambiental por ser o homem (o jovem?) que vai libertar os oceanos das ilhas de plástico do tamanho de países inteiros. Slat tinha 19 anos quando encontrou uma solução para este problema e, passados dois anos, já conseguiu reunir milhões de euros para o seu projecto. No seu twitter, Boyan partilhou o vídeo de uma entrevista que deu ao “Huffington Post” em que explica como tudo começou. Numa mistura de Frodo Baggins com Samwise Gamgee, com um toque de cantor de rock, o agora estudante de Engenharia Aeroespacial conta que foi na Grécia que se apercebeu do problema. “Tinha 16 anos e estava a fazer mergulho, e dei-me conta de que me deparei com mais plástico do que com peixe. Na altura, pensei: ‘Porque não podemos simplesmente limpar…